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Tempo
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Espaço
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História
Universal
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Teologia
Geral
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Teologia
Prática
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3
de outubro de 1974 |
Áustria |
-Reforma
Universitária
-Reforma
implantada pela Imperatriz Maria Teresa |
Unilateralidade
visível e hierárquica da eclesiologia |
-Pastoral
é um conjunto de normas para os pastores
-Não
à distinção entre teologia pastoral e prática |
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Séc.
XIX |
Alemanha
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Reformas
eclesiológicas da escola de Tubinga |
Orientação
bíblico-teológica ou eclesiológica |
Unidade
eclesiológico-pastoral |
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Séc.
XIX |
Europa |
Pragmatismo
político |
Conceção
antropológica dualista e individualista |
Época
dos manuais |
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1869 |
Europa
e EUA |
Revolução
industrial |
Concílio
Vaticano I |
Estuda
as ações da Igreja na continuação da ação de cristo |
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1776 |
Estados
Unidos da América |
Revolução
Americana |
Igreja
ao serviço do Estado |
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28
de julho 1914 a 11 de novembro 1918 |
Centrado
na Europa |
1ª
Guerra Mundial |
Corpo
Místico de Cristo (Mistici Corporis Christi) |
Pastoral
estuda a ação da Igreja |
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1939
a 1945 |
Mundo |
2ª
Guerra Mundial |
Comunidade
Cristã ativa: Boulard |
Pastoral
de conjunto |
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1962 |
Itália |
Concílio
Vaticano II |
Igreja
= sacramento universal de salvação |
Pastoral
alicerçada em fundamentos teológicos |
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
Segundo trabalho
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
sexta-feira, 9 de outubro de 2015
Primeiro trabalho
Apôs uma leitura atenta do texto FLORISTAN, Casiano, Teologia Prática. Teologia y Práxis de la accion Pastoral, ed. Sigueme, Salamanca 1993, 31-102 e de uma boa reflexão surgiram-me estes pensamentos:
Numa primeira abordagem pode-se dizer que teologia pastoral é o mesmo que ação eclesial.
A ação e os testemunhos de Jesus que são descritos nos evangelhos é o fundamento, a base da ação da Igreja, é aqui que tudo começa.
A ideia que cada um tem referente a Jesus Cristo é às suas vivências, é influenciada pela educação cristã que se tem. A expressão de fé advém daí mas não influência a vivência que se tem na ação pastoral.
A ação pastoral desenvolvida depois da II Guerra Mundial revela-se de duas formas que são: a mais conservadora que é como pastoral do cristianismo conservador, e uma mais liberal como missionária de estilo progressista. E é assim vista a cristologia, que é compreendida por uma perspetiva mais conservadora e por outra mais liberal.
A imagem de Jesus não é a mesma para todas as pessoas, isto é, cada um vê à sua maneira, essa imagem é criada através da educação cristã que cada pessoa vai tendo ao longo da sua vida, da intensidade da sua fé e essencialmente da sua vivência na ação pastoral.
Jesus agia de maneira diferente dos homens, por isso era especial e um modelo a seguir, exemplo disso são as suas várias ações como sacerdote, escriba e profeta do Reino, mas estas ações não são iguais às do homem, foram sim vividas e idealizadas à sua maneira.
Se o próprio Jesus é o reinado de Deus, e a base do reinado é procurar a justiça real de ele próprio, daí ter escolhido defender os que estavam sós e que o homem não defendia que eram os oprimidos, pobres, marginalizados e ignorantes.
As ações de Jesus foram vinculadas em três pontos muito importantes:
Milagres- são ações naturais de cura, mas que têm a mão de Deus, para se obter essa cura é necessário ouvir, acreditar e ter fé na palavra de Deus, só depois de se ter consciência disto tudo é que se pode seguir o caminho.
Perdão- o pecado era visto como algo muito importante, mas não positivamente, já o perdão era visto como algo grandioso e que não era para todos.
Comunidade de mesa- Deus integrava-se na comunidade, convivia com as pessoas e uma das maneiras era à mesa partilhando a comida.
A conceção da Igreja nunca foi a mesma e nem foi vista da mesma maneira ao logo destes séculos, devido a vários acontecimentos históricos foi obrigada a inovar-se e a adaptar-se par poder acompanhar esses acontecimentos, mas a sua base esteve sempre intocável.
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